20May

Os idosos do Centro para Idosos de Calarasi, cuidados pelos nepaleses

Enquanto centenas de enfermeiros romenos vão para a Áustria para cuidar dos idosos, os nossos avós são cuidados pelos nepaleses.  No Centro para Idosos de Calarasi trabalham 23 enfermeiros do Nepal.

Alguns deles chegaram aqui desde o mês de julho de 2019, outros no início deste ano. A crise do coronavírus os atingiu no nosso país. Eles vieram por um salário duplo. E como têm suas refeições e alojamento assegurados, conseguem assim economizar dinheiro.

Estamos na licalidade de Nuci, no concelho de Suceava, a 30 quilômetros de Bucareste. No Centro para Idosos que fica aqui moram 150 avós.

Mariana Melinger, a dona do Centro para Idosos: Muitos deles nem sabem o que significa coronavírus, o que significa pandemia. Eles assistem às vezes TV, mas na realidade não são afetados. Têm a mesma vida que tinham há dois meses.

Depois que o vírus chegou à Romênia, o centro fechou. As visitas foram proibidas. Assim como as saídas dos funcionários. Não foi difícil, porque a maioria dos enfermeiros são nepaleses.

Mariana Melinger, a dona do Centro para Idosos: Temos empregados que só voltaram para casa depois de dois meses. Ao voltar, eles foram colocados em quarentena e testados. Até que o resultado chegou, eles ficaram isolados. Não estamos em perigo.

Babu é um dos 23 nepaleses que chegou em Nuci para trabalhar. O nível de vida do seu país natal o obrigou a emigrar.

Khatri Babu, enfermeiro nepalês: Em Nepal pode encontrar trabalho, mas o salário é muito baixo. Não pode economizar. Aqui é diferente. Enviamos 50% para a família, economizamos 50%. Há 15 meses que estou aqui. No começo foi difícil, porque era algo novo e eu tinha problemas em entender a língua romena.

Trabalhou também em outros nove países, mas aqui ele se sente o melhor.

Khatri Babu, enfermeiro nepalês: fala romeno, depois passa para o inglês: Depois de comer, fazemos esportes. Às 11 horas tomamos o lanche, depois vamos ao banho, tomamos banho. Às 15:00 vamos de novo à mesa. Então damos a eles algo para fazer, para mantê-los ocupados. Às 17:00 damos-lhes um lanche, às 19:00 o jantar. E então os ajudamos chegar no quarto, e os vestimos de pijamas.

Dada também deixou a sua família no Nepal para uma dupla remuneração.

Pun Dada Sing, enfermeiro nepalês: Claro que sinto falta da minha família. Nosso contrato é por um período de dois anos. Eu tenho uma família, uma filha.

Mariana Melinger, a dona do Centro para Idosos: Começámos com quatro, seis, oito, depois, contratamos 16. Continuamos a multiplicá-los porque vimos que as coisas estavam indo bem. O mercado de trabalho descongelou, por isso os empregadores romenos estão procurando novamente trabalhadores estrangeiros.

Anne Marie Stavri, especialista numa empresa de recrutamento: Os trabalhadores da Ásia são muito mais conscienciosos. Estamos falando de mão de obra mais barata. Os trabalhadores da Ásia vêm aqui trabalhar por salários de 400, 500, 600 dólares. São sempre dispostos fazer horas extras.

30.000 trabalhadores estrangeiros viriam para a Roménia este ano.

 

Fonte: https://observatornews.ro/social/batrani-calarasi-ingrijiti-nepalezi-363235.html

20Feb

A empresa Jordan River Worldwide Recruitment está presente no aeroporto Henri Coanda!

A empresa Jordan River Worldwide Recruitment está presente no aeroporto Henri Coanda de Bucareste à chegada dum grupo de 40 trabalhadores da Índia, que vieram aqui para trabalhar num canteiro de obras de Brasov. Sobre este projeto, a agente de recrutamento Anne Marie Stavri forneceu para Pro TV e outras televisões presentes no aeroporto!

Ver detalhes / stiri: https://stirileprotv.ro/stiri/actualitate/mii-de-asiatici-si-africani-la-munca-in-romania-unde-lucreaza-lama-din-nepal.html

Ver detalhes / stiri: https://observator.tv/social/zgarie-nori-ridicati-brasov-muncitori-indieni-292675.html

20Feb

Cada vez mais nepaleses empregados nos restaurantes da Roménia: “Para eles aqui é o El Dorado”

Visto a falta de trabalhadores romenos, mais e mais empregadores estão recorrendo aos dos países pobres, como Nepal, Sri Lanka e Filipinas.

Por serem muito trabalhadores, os nepaleses são contratados principalmente no turismo. Portanto, não se surpreenda se encontrá-los em hotéis e restaurantes. Nos seus países eles estão enfrentando o mesmo fenômeno pelo que a Romênia passou 15-20 anos atrás, quando os nossos saíram em massa do país para a Espanha, Itália, Inglaterra ou Alemanha, para uma vida melhor.

Trabalhadores e sempre com o sorriso no rosto. É assim que os colegas descrevem os trabalhadores nepaleses. Sange Sherpa tem 36 anos de idade e é ajudante de cozinha. Ele deixou a sua esposa e os três filhos no país. Para ele, a Roménia significa a chance de garantir aos seus entes queridos uma vida melhor.

Ele veio para um país com uma cultura totalmente diferente da cultura do seu país, apesar disso se acostumou.

Sange Sherpa: “A comida é diferente. Eu gosto de minha comida.”

Iosif Stefanescu, mestre cozinheiro: “Por minha vez, em ’97, passei por isso. Fui para a Alemanha para uma vida melhor, minha filhinha tinha 6 semanas na época. Gostei dessa experiência, portanto ensinei um pouco a eles. Mostrei a eles onde morar, os meios de transporte público.”

Nos seus dias livres, Sanghe visita a cidade de Bucareste. Ele não faz compras porque manda para casa quase todo o dinheiro que ganha.

Sanghe tem dois amigos que trabalham num restaurante sito num centro de shopping. Maesh tem 33 anos de idade, é casado e tem duas crianças. Ele já aprendeu algumas palavras em romeno.

“I like sarmale. Fazemos hambúrgueres. Temos salada, pepinos, tomates. Eu coloco pão”, diz ele”

Seu irmão tem dia livre e recebeu-nos no seu quarto onde os dois moram aqui na Roménia.

“Esta é a minha cama, esta é a cama do meu irmão. Aqui é a cozinha”, descreve a casa”

Mais três outros nepaleses chegaram à Romênia há dois dias. Eles vão cozinhar para uma rede de supermercados de Bucareste.

“Me casei, antes de  vir para cá, tenho família no Nepal. A minha esposa, a irmã, os pais, os avós. Todos moram na mesma casa”, conta o homem. ”

“É melhor do que eu esperava. Ela é a minha esposa. Viemos aqui juntos.”, conta um outro nepalês.

As pessoas acima ganham cerca de 200 dólares por mês no Nepal. Na Roménia, seu salário é 3-4 vezes maior. O Estado obriga os empregadores a oferecer o salário médio na economia para os trabalhadores não qualificados. Os empregadores estão dispostos a dar-lhes, em alguns casos, salários mais altos do que aos romenos, porque nos últimos dois anos tem sido difícil para eles encontrar empregados sérios.

20Feb

A crise da mão de obra: A Roménia dobra sua “importação” de trabalhadores da Ásia.

O ano 2017 foi o primeiro ano em que se ultrapassou a cota de trabalhadores estrangeiros (oriundos de terceiros países) inicialmente fixada – em vez dos 3.000 trabalhadores permanentes, em que se estimava inicialmente o necessário dos empregadores, e assim foram empregadas 3.211 pessoas. O sinal de que a falta de pessoal se agravou tanto, até que as empresas foram obrigadas a importar mão de obra para continuar seu desenvolvimento.

 

O contingente de trabalhadores recém-admitidos para 2018 foi fixado em 7.000.

 

A superação do limiar concedido no início de 2017 também foi determinada pelo fato de o ex-primeiro-ministro Sorin Grindeanu e a ministra do Trabalho, Lia Olguta Vasilescu, terem avaliado erroneamente a evolução do mercado de trabalho – após a aprovação de uma cota anual de 3.500 nos três anos anteriores, de trabalhadores permanentes, eles reduziram a cota de 3.500 para 3.000.

 

Apesar de os empresários reclamarem um défice de centenas de milhares de trabalhadores qualificados, só em 2017 foi ultrapassado o limiar de 3.000 trabalhadores trazidos dos países terceiros:

 

Após o aumento significativo (cerca de 30%) destes pedidos, o Governo estabeleceu para 2018, um contingente total de 7.000 trabalhadores estrangeiros recém-admitidos no mercado de trabalho romeno, com mais de 1.500 do que em 2017.

 

trabalhadores permanentes – chegaram a 4.000 em vez de 3.000

trabalhadores destacados – de 700 até 1.200

pessoas transferidas dentro da mesma empresa – 700

trabalhadores altamente qualificados – 500

trabalhadores sazonais – 400

trabalhadores estagiários – 100

trabalhadores transfronteiriços – 100

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20Feb

A falta de trabalhadores romenos aumenta para este ano o número de estrangeiros que podem ser contratados por empresários.

A falta de trabalhadores romenos, que determinou alguns empresários a recrutar pessoal, incluindo das Filipinas, conforme notificado pela Profit.ro desde 2016, faz agora com que as autoridades romenas voltem a aumentar, tal como no ano passado, o número de trabalhadores estrangeiros que podem ser registrados no mercado local, mesmo para este ano. Desta vez, o Governo vai duplicar o número máximo permitido de funcionários.

De acordo com a Portaria 25/2014 sobre o emprego e destacamento de estrangeiros no território da Roménia, o Governo decide anualmente o contingente de tipos de trabalhadores recém-admitidos, em função da política de migração laboral e da situação do mercado de trabalho da Roménia. Praticamente, as autoridades romenas estabelecem todos os anos quantos trabalhadores estrangeiros podem ser registrados no país. Para este ano, a cota aprovada é: trabalhadores permanentes – 4.000 (contra 3.000 no ano passado, posteriormente complementados por outros 2.000); trabalhadores destacados – 1.200 (700 no ano passado, complementados posteriormente por 1.000); pessoas transferidas dentro da mesma empresa – 700; trabalhadores altamente qualificados – 500, trabalhadores sazonais – 400; trabalhadores estagiários – 100; trabalhadores transfronteiriços – 100.

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